Capas do Google Pixel 4a são feitas com materiais reciclados

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As capas de proteção oficiais para o recém anunciado Google Pixel 4a, são construídas com materiais reciclados, e podem ir à máquina de lavar roupa.

Em agosto de 2019, a Google assumiu um compromisso de tornar os seus negócios de hardware sustentáveis, ecológicos e com o mínimo impacto na natureza. Esse compromisso consiste em que, 100% dos produtos com o selo “Made by Google” incluam materiais reciclados até 2022. Embora ainda faltem dois anos, a verdade é que a Google já tem no seu portefólio produtos que vão ao encontro desse compromisso.

Alguns desses produtos, são as capas oficiais para o Google Pixel 4a, que são feitas com 70% de materiais reciclados, nomeadamente policarbonato e tereftalato de polietileno. Em termos simples e muito redutores, é plástico. Grande parte desse material vem de garrafas plásticas recicladas. Outro produto Google que usa o mesmo tecido reciclado, é o Smart Speaker Nest Mini.

Apesar de serem construídas com materiais reciclados, as capas oficiais do Pixel 4a, são feitas para serem duráveis. O tecido tem uma construção com um padrão muito particular, que ajuda a disfarçar os sinais de desgaste. No entanto, facilmente as capas apanham sujidade. Assim sendo, poderá lavar as capas à mão, ou simplesmente colocá-las na máquina de lavar roupa.

As capas oficiais do Pixel 4a estão disponíveis em três cores: Basically Black, Static Gray e Blue Confetti. Ao que tudo indica haverá uma quarta cor, no entanto ainda não está disponível nas lojas online da Google. O botão ligar/desligar na lateral e o logótipo Google na parte traseira são pintados com uma cor diferente, de forma a evidenciar o produto oficial Google.

À semelhança do Google Pixel 4a, não há qualquer informação sobre a disponibilidade destas capas em Portugal. O que se sabe é que o seu preço na Europa será de 45 €.

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Samuel Pinto

Samuel Pinto

Nascido na belíssima cidade berço, tem como preocupação a relação entre o Homem e a tecnologia. “O problema não é se as máquinas pensam, mas se os homens o fazem” - Skinner

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